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Josiane Kevorkian - Diretora Artística

 

Josiane Kevorkian nasceu em Vitória - ES e desde muito cedo se dedicou à carreira de pianista. Seus estudos começaram com Graça Neves ainda no ES e professores Alfredo Cerquinho e Daisy de Luca em São Paulo, onde concluiu o Curso de Graduação em Piano com nota máxima.

 

Em 1988 estudou com Pascal Rogé no Centre International de Formation Musicale em Nice e em 1991 concluiu Mestrado em Performance na City University em Londres, onde recebeu o 1º prêmio no concurso “Worshipful Company of Cordwainers”, que lhe valeu uma bolsa de estudos na Inglaterra passando a estudar com os professores Norman Beedie, Vanya Elias José, Richard Langham Smith e Erik Clarke. De volta ao Brasil em 1992 passou a receber orientação da pianista Maria da Penha no Rio de Janeiro. Josiane Kevorkian, além de desenvolver intensa atividade como solista e camerista, foi vencedora de importantes concursos nacionais e foi solista da Orquestra de Câmara de Vitória, da Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, da Orquestra Sinfônica da City University e da Orquestra Sinfônica Brasileira.

 

Em 1995 formou com Patrícia Bretas o Duo Pianístico Bretas-Kevorkian, com recitais no Brasil e no exterior.  O Duo recebeu em 1997 o 1º Prêmio do Concurso Artlivre de Duos Pianísticos em São Paulo.

 

Em 2002 foi solista convidado da Orquestra Sinfônica Brasileira para tocar o “Concerto para dois Pianos” de Francis Poulenc, sob regência de Roberto Duarte. Neste mesmo ano lançaram seu CD “Bretas-Kevorkian” com obras inéditas brasileiras para piano a 4 mãos e para 2 pianos,  além da versão original para 4 mãos de A Sagração da Primavera, de Stravinsky.

 

Em 2008, sob a regência do maestro Ricardo Rocha, tocou a versão de câmara de Carmina Burana com a Cia. Bachiana Brasileira na Sala Cecília Meireles, com sucesso absoluto de público.

 

O duo tem atuado em importantes séries e festivais no Brasil, assim como na França, Inglaterra, República Tcheca e Alemanha, onde foi muito bem recebido.

 

Em 2010 o duo tocará na Índia e na Alemanha, dando prosseguimento a seu trabalho de divulgação da música brasileira de concerto no exterior.

 

Josiane é membro-titular da Academia Internacional de Cultura, recebendo em 2000 o prêmio "Troféu Mulher-2000"  e da Academia de Letras e Música do Brasil, ambas com sede em Brasília. É Diretora Cultural da Casa de Artes Paquetá, onde coordena o projeto Bem Me Quer Paquetá, trabalhando entusiasticamente pelo desenvolvimento artístico e cultural de crianças e jovens da Ilha de Paquetá.

 

 “...Das nove composições que perfazem a programa do CD, a palma nobre vai, sem sombra de dúvida, para 'Tango'(1993), numa excepcional execução do duo pianístico Patrícia Bretas & Josiane Kevorkian..." (Carlos Dantas, Tribuna da Imprensa, 13/01/2000)      

 

“Patrícia Bretas e Josiane Kevorkian formam um dos nossos mais destacados duos pianísticos...O duo realizou um recital de alto nível. Quanta beleza de interpretação da Dolly de Fauré e no Lundu de Mignone. Possança técnica admirável e distribuição das cores sonoras em equilíbrio.” (Carlos Dantas – Tribuna da Imprensa, 25/04/2001)

 

“Porém o máximo do disco é (...) ‘A Sagração da Primavera’ de Stravinsky. (...) toda a concepção desta obra(...) surge de maneira candente, empolgante, no desempenho do duo Bretas-Kevorkian. É para se ouvir várias vezes.”  (Carlos Dantas – Tribuna da Imprensa,  11/12/2002)

Bruno Jardim -  Diretor Musical e Regente

 

Graduado em Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, começou seus estudos em 1994 tendo aulas de flauta doce e prática de conjunto com a professora Tina Pereira no Centro de Arte e Criatividade Infanto-Juvenil/Biblioteca Infantil Carlos Alberto. Passou a integrar, no ano seguinte, o grupo Flautistas da Pro Arte, dirigido pela mesma professora, com o qual se apresentou em diversos espaços do Rio de Janeiro como Teatro Villa Lobos, Sala Baden Powell, Sala Cecília Meireles e Theatro Municipal, assim como outras cidades brasileiras, como Macaé, Cabo Frio, Campos, Belo Horizonte, São Paulo e Salvador. Com o referido grupo participou de vários programas de televisão e em 2005 realizou turnê nas cidades austríacas de Brückl, Viena, Linz e Salzburgo.

 

Em 1998, começa também a estudar flauta transversal com a professora Andrea Ernest Dias nos Seminários de Música Pro Arte. Em 2002, ingressa na UNIRIO, direcionando sua atenção para os cursos de regência coral, arranjo, harmonia e prática de conjunto, estudando com os professores Carlos Alberto Figueiredo, Eduardo Lakschevitz, Dawid Korenchendler e Julio Moretzsohn, além de obter uma bolsa de monitoria para a prática de orquestra de música popular brasileira com os professores Josimar Carneiro e Roberto Gnattali.

 

No mesmo ano de 2002, é convidado a ser professor de iniciação musical e flauta doce na Casa de Artes Paquetá, no Rio de Janeiro e já no ano seguinte passa a ser regente da prática de grupo na referida instituição. Como flautista, além de tocar no grupo Flautistas da Pro Arte e na Orquestra de Sopros da Pro Arte, com  um CD gravado em 2008, participou de grupos como Guaraná de Rolha (choro) e Tons Herméticos (MPB). Também integra regularmente a Orquestra de Câmara da Igreja Presbiteriana Ipanema-Leblon.

 

Como arranjador, já escreveu diversas vezes para os Flautistas da Pro Arte, para a Orquestra de Sopros da Pro Arte e para o Projeto Bem Me Quer Paquetá, tendo estreado publicamente em 2001 com um arranjo para a música Canção do Amanhecer de Edu Lobo para os Flautistas da Pro Arte, com a qual também estreou como regente, conduzindo o grupo na referida peça durante toda a temporada.

 

Como regente, já assumiu a batuta como convidado nos grupos já citados – Flautistas da Pro Arte e Orquestra de Sopros da Pro Arte. É Maestro e Diretor Musical da Orquestra do Projeto Bem Me Quer Paquetá (patrocinado pela Petrobras) do Coral Reviver Paquetá (incentivado pelo Ministério do Turismo) e do Coral da Igreja Metodista do Méier. Tem participado de várias master classes e cursos tendo aulas com renomados maestros do Brasil e do exterior, como Ernani Aguiar (Rio de Janeiro), Lutero Rodrigues (São Paulo), Osvaldo Ferreira (Portugal), Martin Schmidt (Alemanha) e Kurt Masur (Alemanha). 

Carla Rincón – Núcleo Música - professora de violino

Carla Rincón nasceu em Caracas, vive no Rio de Janeiro e tem seu passaporte carimbado por escalas artísticas em Nova Iorque, Berlim, Berna e Pretória, dentre outros. Transitar por diferentes espaços e sotaques é uma propriedade dessa violinista que fez da música seu idioma, exercitado em apresentações como solista, recitalista e camerista.

Sua formação teve início no famoso Sistema Nacional de Orquestras Infantis e Juvenis da Venezuela. Única musicista de uma família de sete irmãos, Carla encontrou nesse Sistema o meio ideal para o aperfeiçoamento de seu talento ao violino e também o acesso para tocar como solista com as mais importantes orquestras daquele país, como a Simón Bolívar de Venezuela, com a qual também excursionou pela América do Sul, Ásia e Europa, sob a regência de renomados maestros.

Premiada com uma bolsa integral do Conselho Nacional de Cultura da Venezuela e da North Carolina School of the Arts, graduou-se nos EUA, tendo sido aluna e assistente de Kevin Lawrence. Em 2001, venceu o concurso Solo Competition da faculdade e se apresentou como solista, acompanhada pela North Carolina School Orchestra.

Concluiu seu Mestrado na Universidade de Hartford sob orientação de Katie Lansdale.

Participou de concertos como convidada da Chamber Music Faculty Society (NCSA), do Chamber Music Festival (NCSA), do Roanoke Island Arts Festival e do Killington Music Festival, no qual estudou com o Quarteto Emerson.

Essas experiências serviram de inspiração para seu trabalho com música de câmara, que vem sendo desenvolvido no Quarteto Radamés Gnattali e no Duo Imago Mundi.

Primeiro violino, Carla viajou com o Quarteto pelo Brasil, África do Sul, Alemanha,

Suíça, América do Norte e Sul, além de realizar concertos e workshops com repertório exclusivo de música brasileira numa turnê a convite da Califórnia State University.

No Brasil, participa dos principais festivais como Villa-Lobos, Beethoven e Bienal de Música Contemporânea.

Atualmente se dedica a gravação inédita no Brasil e Sul-America da obra para quarteto de cordas de Villa-Lobos em Blu-Ray, assina a condenação pedagógica dos concertos didáticos do quarteto Radamés e no projeto social Bem me quer Paquetá atua como professora, implantando junto à comunidade o mesmo sistema musical que propiciou sua aproximação à atividade sinfônica e profissionalização na Venezuela e para essa nova geração de pessoas e artistas, Carla Rincón, que regeu corais quando criança, exemplifica com cada passo de sua trajetória o feliz encontro da música com a vida.

 

Hugo Pilger – Núcleo Música - professor de violoncelo

 Nasceu em 1969 na cidade de Porto Alegre-RS. Em 1985 iniciou seus estudos de violoncelo na FUNDARTE (Fundação de Artes de Montenegro-RS) com o professor Milton Bock. Em 1987 passou a estudar no Rio de Janeiro com o professor Marcio Malard. Formou-se no curso de Bacharelado em Instrumento Violoncelo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) na classe do professor Alceu Reis. Participou de Masterclasses com importantes violoncelistas como Marcio Carneiro, Antonio Del Claro, Arturo Bonucci, Antonio Meneses e Bernard Greenhouse. Como solista já se apresentou com várias Orquestras, dentre elas: Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Orquestra do Teatro da Paz (PA), Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, Orquestra Ouro Preto (MG), Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro de Porto Alegre (RS), Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). Já se apresentou em diversos países como Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, México, Marrocos, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Hungria, Inglaterra, Dinamarca e Noruega. É professor de violoncelo da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), primeiro violoncelo da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), integrante do Trio Porto Alegre e do Quarteto Radamés Gnattali, que recentemente gravou a integral dos 17 Quartetos de Heitor Villa-Lobos em áudio e vídeo de alta definição. Em 2006 fez a estreia no Brasil da importante obra para violoncelo e orquestra Tout um Monde Lointain do compositor francês Henri Dutilleux e em 2009 a estréia sul-americana do concerto para violoncelo e orquestra Pro et Contra do compositor estoniano Arvo Pärt. Das obras que lhe foram especialmente dedicadas, destacam-se: Sonata nº 2 para Violoncelo Solo do compositor inglês David Ashbridge, Serenata Pro Pilger de Maurício Carrilho e Reflexões sobre a Ostra e o Vento para violoncelo e orquestra de cordas de Wagner Tiso.

 “Ouvi cuidadosamente sua interpretação e a descobri cheia de qualidades...”    Henri Dutilleux.

Victor Astorga – Núcleo de Música - professor de oboé

 

Natural de Santiago de Chile, chega ao Rio de Janeiro em 2004 contratado pela Orquestra Sinfônica Brasileira, onde foi solista em Corne Inglês e co-solista em Oboé até 2010.

Victor começou seus estudos de oboé com os professores Ramón Venegas, Osvaldo Molina na Universidade do Chile e posteriormente com Jorge Postel e Rodrigo Herrera na Pontifícia Universidade Católica do Chile onde se formou com distinção máxima em 2003. Posteriormente, realizou cursos de aperfeiçoamento com os professores Jaime Gonzales (Chile), Thomas Indermühler (Suiça), Alex Klein (Brasil ) e Dominik Wollenweber (Alemanha).

No Brasil, apresentou-se com a Companhia Bachiana Brasileira, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica da Bahia. Também realizou trabalhos de música popular em parceria com Lenine e Junior Tostói.

Atualmente, é Oboista e Solista em Corne Inglês da Orquestra Petrobras Sinfônica, e é um dos Idealizadores e Membros Fundadores do ORQUESTRÁRIO.

 

Ruth Staerke - Diretora Cênica

Premiada no Brasil e no exterior, teve sua formação musical no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro. Participou de cursos com preparadores de ópera em Milão e New York. Sua estreia foi no Theatro Municipal do Rio de Janeiro na ópera “La Bohéme” e, desde então, atuou com frequência nas temporadas mais importantes do país e da América do Sul.

Foi dirigida cenicamente por nomes como Zefirelli (por escolha do próprio), Maestrini, Gianni Ratto, Adolfo Celi, Sérgio Brito, José Renato, Carlos Manga e Fábio de Melo. Foi destacada pela crítica em óperas, operetas e musicais, pelo seu trabalho como atriz.

Foi diretora assistente da ópera “A Carta”, encenada recentemente em Brasília, ao lado de André Paes Leme.

Lício Bruno – Solista e Diretor Cênico

A variedade e a amplidão da carreira do baixo-barítono Licio Bruno é única entre os cantores brasileiros da atualidade. Versátil na ópera, na música de câmara, na sinfônica, sua atuação no cenário musical, não só brasileiro como no estrangeiro, é estendida por sua participação no teatro falado e no musical. E, como se isto já não fosse pouco, há sua atuação como diretor cênico, professor, produtor e agente empresarial.

Depois de seu aperfeiçoamento na Academia Franz Liszt, de Budapeste, foi admitido na Ópera Estatal Húngara de onde partiu para a Itália, Espanha, Alemanha, Suíça e Colômbia. No Brasil todos os grandes teatros e salas de concerto são sua casa.

Depois de sua estréia no Municipal do Rio, em 1988, no “Barbeiro de Sevilha” seguiram-se 49 personagens de 37 óperas diferentes, que vão desde o “Orfeu” de Monteverdi até o Lecturer de “A Waterbird Talk” de Dominick Argento, passando pelos italianos Pergolesi, Rossini, Donizetti, Verdi (destaque para o Falstaff), Ponchielli, Mascagni, Leoncavallo e Puccini, os franceses Bizet, Offenbach (os quatro vilões de “Os Contos de Hoffmann”) e Debussy, o inglês Britten e os brasileiros Carlos Gomes e Villa-Lobos. Dentre os alemães Beethoven, J. Strauss, culminando com Wagner, pois Licio é, até hoje na história da ópera brasileira, o único a ter enfrentado os formidáveis papéis de Wotan e Wanderer na Tetralogia, em Manaus.

Foi dirigido nos espetáculos operísticos pelos melhores diretores teatrais brasileiros, como Amir Haddad, José Possi Netto e Jorge Takla, sem esquecer os falecidos Gianni Rato e Sérgio Britto, e destacados nomes estrangeiros, como o alemão Werner Herzog, o argentino Hugo de Anna e o inglês Aidan Lang, além de italianos, belgas e húngaros.

No repertório sinfônico, onde cantou sob a batuta de grandes regentes brasileiros e  estrangeiros - como Lorin Maazel – e seu repertório sinfônico abrange desde a “Paixão Segundo São João” até o Te Deum de Kodaly e o War Requiem de Britten, incluindo  Haydn e Händel, Beethoven e diversos ciclos como o Winterreise de Schubert.

Licio Bruno ostenta onze prêmios de canto nacionais e estrangeiros e ainda o Prêmio Carlos Gomes 2004 como melhor cantor erudito.

Clarisse Monteiro – Professora Núcleo Artes Cênicas

Clarisse Monteiro, aluna do 7° período da graduação em Artes Cênicas/Interpretação, da UNIRIO, é atriz e licenciada em Letras (Português – Literaturas) pela UFRJ.

Por cinco anos (2002 a 2006) participou do CEAE (Centro de Estudo Artístico e Experimental), coordenado por Ana Kfouri, trabalhando com diversos diretores, como Renato Carrera e Ronaldo Serruya.

Em 2006 atuou na Ópera I Capuleti e I Montecchi, dirigida por Ana Kfouri, com a Orquestra Sinfônica e o Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Ainda em 2006 foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante no XIII festival do Rio, promovido pela Universidade Veiga de Almeida, com a peça Cagada Metafísica, dirigida por Maria Clara Hertz e Ana About. 

Em 2008 participou do Exercício Laboratorial Na Solidão dos Campos de Algodão. A impossibilidade da Comunicação, dirigido por Alexandre Rudáh.

Em 2009 atuou em Estudos sobre Filidor, resultado da residência artística de dois meses, na UNIRIO, com o ator e diretor francês François Kahn. Com reconhecimento da UNESCO, esta residência fez parte do Seminário Internacional Grotowski 2009, promovido por Tatiana Motta Lima, em ocasião das comemorações do Ano Grotowski.

Fora dos palcos atuou em dois curtas-metragens universitários: Do último andar, de Glauco Guigon (2008); e O Bucaneiro, de Juliana Milheiros (2009).

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Lucia Morelenbaum – professora de clarineta

 

Nasceu no Rio de Janeiro, em uma família de músicos. Iniciou seus estudos de piano com a professora Salome Gandelman aos seis anos de idade, aperfeiçoando-se mais tarde com a professora Glória Maria da Fonseca. Estudou harpa com a professora Acácia Vital Brazil, tendo participado, então como harpista, em várias gravações de músicos populares famosos.
 

É formada em Licenciatura em Educação Artística na UFRJ e em clarineta no curso de Bacharelado pela UNI-RIO, tendo sido aluna do professor José Botelho.
Foi professora de musicalização nos Seminários de Música Pró-Arte, Escola de Música Villa-Lobos e escola de balé Dalal Aschar, lecionando através dos conhecidos métodos Orff e Dalcroze. É atualmente professora de clarineta do Projeto Bem Me Quer Paquetá, para crianças e jovens da  Ilha de Paquetá.
 

Participou de vários festivais de música e master classes em diferentes estados brasileiros. Apresentou-se em recitais de música de câmara em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Participou em 2006 do festival de Inverno do SESC nas cidades de Teresópolis, Friburgo e Petrópolis, ministrando aulas e concertos. Faz parte do Grupo Zemer, que executa músicas judaicas, e Klezmer, com o qual lançou um CD em 2006 e participou do Nova Scotia Multicultural Festival em Toronto,com tres concertos em junho de 2009.
 

Através de um projeto da OSB e da Vale, participou como professora de clarineta de master classes nas cidades de Belém, São Luis, Aracaju, Vitória e Belo Horizonte. Tem atuado em gravações para discos com renomados artistas brasileiros tais como Tom Jobim, Caetano Veloso e Marisa Monte, entre outros. Gravou também várias trilhas sonoras para filme e TV. Integra o naipe de clarinetas da Orquestra Sinfônica Brasileira desde 1982, já tendo se apresentado em vários estados brasileiros e nos Estados Unidos, tocando no Central Park e no Carneggie Hall.

pro.jpg (2435 bytes)Rudi Garrido - professor de flauta transversa

 

Graduado pela Unirio, onde estudou com Laura Rónai e Sérgio Barrenechea. Freqüentador assíduo de cursos e master classes, sua formação é extensa. Sem restrições de estilo ou período histórico, toca o repertório antigo com instrumento de época, improvisa no popular e se aventura nas novas possibilidades da música contemporânea. Camerista entusiasta, já participou de inúmeras formações, pequenas ou grandes, como o Trio Rónai e a Camerata Elektra. Envolvido profundamente com a música brasileira, seja interpretando o repertório já consagrado ou estreando peças, tem alcançado reconhecimento e prestígio cada vez maior tanto entre seus colegas músicos como também entre o público ouvinte.

Em 2007, passou uma temporada na Suíça estudando com Michel Bellavance, professor do Conservatório de Genebra. Lá, participou da execução de "STUDI PER L'INTONAZIONE DE MARE", na presença do compositor, o italiano Salvatore Sciarrino. Em 2008, patrocinado pelo MinC (Ministério da Cultura), realizou uma turnê com o Trio Rónai, tocando no Conservatório Superior de Amsterdã as obras do compositor Sergio Roberto de Oliveira. No Brasil, atua como principal flautista da Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro, se apresentando nas melhores salas de concerto cariocas.
Garrido, além da atividade de concertista, exerce com muito gosto o papel de educador: como monitor da cadeira de flauta transversal da Unirio, ajudou seus professores nas aulas de instrumento e na organização de eventos da classe; participou do Projeto Aprendiz, onde deu aulas de musicalização para crianças da rede municipal em Niterói e nesta mesma cidade fez sessões de contação de histórias com o Grupo Mosaicos.

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Noeli Mello – professora canto

Mezzo soprano. Iniciou seus estudos na Escola de Música da UFRJ, onde cursa Bacharelado em Canto sob a orientação da professora Marília Teixeira.

É integrante do Coro Sinfônico do Rio de Janeiro e já participou de vários concertos com as mais renomadas orquestras brasileiras - Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Petrobras Sinfônica e Orquestra do Theatro Municipal.

Trabalhou sob a batuta de maestros consagrados, como Isaac Karabitchevsky, Roberto Minczuk, Henrique Morelenbaum e Silvio Viegas.

Como preparadora vocal, atua nos seguintes projetos: Projeto TIM Música nas Escolas, Projeto Aprendiz, Centro Cultural da Light e Projeto Toca o Bonde, com o pianista Leandro Braga.

É monitora, juntamente com o professor Sérgio Pires, da UFRJ, onde participa como solista de várias missas e concertos.

Felipe Machado -  Núcleo de Música - professor de violãoFelipe Machado.jpg (43826 bytes)

Violonista carioca, iniciou seus estudos aos 13 anos, estimulado pela vivência musical de sua família – avó paterna pianista e pai cantor profissional.

Grandes nomes do violão brasileiro contribuíram em seu aperfeiçoamento musical como: Carvalhal Filho, Luis Felipe de Lima, Dino Sete cordas, Paulo Aragão, Renato Alvim, Rômulo Thompson, Ricardo Ventura, Célio de Souza e Maria Haro.

Antes de ingressar no curso de Licenciatura em Música da Universidade do Rio de Janeiro, participou do curso de Teoria e Percepção Musical (TEPEM) e completou os níveis Básico e Avançado da Escola de Música Villa-Lobos, quando fez parte do Grupo de Choro Villa-Lobos, sob a direção musical do professor e maior incentivador, Carvalhal Filho. 

Ao longo de sua trajetória profissional, atuou como instrumentista, arranjador e compositor em diversos conjuntos musicais, apresentando-se em casas de espetáculos, bares, restaurantes, palcos livres e lonas culturais pelos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Atualmente ministra aulas e atua como violonista no projeto Bem Me Quer Paquetá patrocinado pela Petrobras.

Lourenço Dias de Vasconcellos - Núcleo de Música - professor de percussão

 

Começou a estudar música em 1997 em Brasília, na escola de bateria Mr. Groover, com o professor Ticho Lavenére, com quem teve aulas até 2001.

 

Em 1999 ingressou na Escola de Música de Brasília (EMB), onde estudou primeiramente com Paulo Marques e finalizou o curso técnico de bateria com Cezar Borgato em 2005.

 

Estudou piano com a professora Francisca Aquino e percussão com Welintom Vidal, na EMB.

Durante seus anos na EMB, participou ativamente na Banda Sinfônica e na Big Band, além de tocar em grupos pequenos, apresentando-se profissionalmente em diversas casas de espetáculos de Brasília.

 

Participou dos cursos internacionais de verão da EMB nos anos de 2002, 2003, 2005, 2006 e 2007, quando teve aulas de bateria com Renato Massa, Márcio Bahia, Cláudio Infante, Carlos Bala, Wanderlei Pereira e Kiko Freitas, e percussão erudita com Rodrigo Foti e Eduardo Gianesela.

 

Cursou Licenciatura em Música durante o segundo semestre de 2005 na Universidade de Brasília (UnB).

 

Atualmente reside no Rio de Janeiro, onde cursa Bacharelado em Composição na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde também tem aulas de percussão com Rodrigo Foti.

 

Em 2006, foi percussionista da Cia. Experimental de Óperas, regida por Wendel Kettle, tocando na estréia mundial da ópera O Pagador de Promessas, de Eduardo Escalante, como marimbista da orquestra.

 

Teve uma peça de sua autoria para vibrafone solo selecionada para o Panorama da Música Brasileira Atual, tocada por ele mesmo.

 

Estreou em 2007 quatro peças de sua autoria no programa Criação dois Hum, desenvolvido pelos alunos de composição da UFRJ: Balada PB, para duas trompas; Pequeno Quinteto Tenso, para quinteto de cordas; Amanhecer, para quinteto de sopros e vibrafone; Suíte Quero Ir pra Pernambuco, para marimba e contrabaixo.

 

Em 2007 foi aprovado em concurso para a vaga de timpanista da OSB Jovem.

 

Atualmente, tem aulas particulares de bateria e percussão popular com Oscar Bolão e Márcio Bahia.

 

É baterista do grupo Brasil de Cara desde o início de 2006. O grupo – baixo, bateria, violão, guitarra, percussão, flautas e coro de oito vozes – mistura diversos ritmos brasileiros, como frevo, baião, samba, maracatu, ciranda, e está gravando seu primeiro CD.

 

Desde o segundo semestre de 2007, trabalha no projeto Bem Me Quer Paquetá, que oferece capacitação artístico-cultural para crianças da Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. Os alunos do projeto apresentaram o musical A Moreninha, de Tim Rescala, e Um Rei em Paquetá de João Guilherme Ripper, nos quais Lourenço coordenou o naipe de percussão. O projeto é patrocinado pela Petrobras e tem direção musical de Bruno Jardim e direção artística de Josiane Kevorkian.

 

Foi Bolsista do Projeto Fusion Arts Exchange on Music Composition and Performance nos Estados Unidos em Julho e Agosto de 2008, onde teve aulas de bateria com Steve Langone e percussão com William Manley.

 

Atualmente, atua como músico convidado nas orquestras Petrobrás Sinfônica e Sinfônica Brasileira e participado ativamente como baterista e percussionista de vários grupos musicais no Rio de Janeiro, dentre eles a Orquestra de Sopros da  Pró Arte, grupo Brasil de Cara, Cia Folclórica do Rio e o trio Três, vencedor do Festival Tápias 2009. Paralelamente, tem aulas de bateria com o baterista Márcio Bahia.

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Vera de Freitas - Núcleo de iniciação Artística – professora de artes 

Vera de Freitas fez curso de Computação Gráfica no Senac Rio em 1997, curso de Criação de Páginas para Internet, também no Senac, em 2000, e curso de Ilustração na Universidade Estácio de Sá.

Exerceu intensa atividade com crianças escrevendo, ilustrando e editando livros de literatura infantil, todos com atividades interativas: “O Passeio de Lili”, “Brincando com o Pato Tato”, “Dona Formiga”, “O Aniversário de Lili”, “Lili e a Colônia de Férias” e o “Livro de Lili”. Com essas obras, apresentou e divulgou seu trabalho em escolas e creches e no SESC Tijuca e SESC Nova Iguaçu. Participou do projeto Paixão de Ler, da Prefeitura do Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna, em 1997.


Ministra aulas de artes para crianças, individuais e em pequenos grupos, desde 1997 e participa regularmente de atividades recreativas em colônias de férias e condomínios. Fez trabalho voluntário como recreadora na Pediatria do HEMORIO em 1999, ganhando sem 2000 o Troféu Beija-Flor, conferido pela ONG RIOVOLUNTÁRIO àqueles que mais se destacaram em suas ações de voluntariado no Brasil. Desde 2001 integra a equipe de professores do projeto Bem Me Quer Paquetá.

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Glauco Guigon - Núcleo de Fotografia e Vídeo

Glauco Guigon é formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Estuda fotografia e já fez cursos com fotógrafos como Claudia Linhares Sanz, Vantoen Pereira Jr, Ismar Ingber e Walter Carvalho. Participou de um grupo de estudos sobre linguagem autoral na fotografia ministrado por Claudia Linhares Sanz. Estagiou na Central Globo de Produção, no Rio de Janeiro. Trabalha no projeto Bem Me Quer Paquetá desde 2005 na parte de registro de imagem, fotografando e filmando os ensaios e espetáculos. É também responsável pelo DVD do espetáculo que é montado anualmente pelo grupo.

 

Joana Lavallé - Figurinista

Joana Lavallé estudou Arquitetura na UFRJ, fazendo parte da Companhia Folclórica do Rio criando e confeccionando bonecos, figurinos e adereços e acompanhou o grupo em eventos como o Festival del Folclor em Ibagué, Colombia. Formou-se em Artes Cênicas/Cenografia na Escola de Teatro da Uni-Rio, onde conclui o curso com criação de cenografia e iluminação para montagem de O BALCÃO de Jean Genet, com orientação de Lidia Kosovski e Jorginho de Carvalho. Paralelamente iniciou carreira no teatro no atelier do bonequeiro Fernando Sant’Anna, participando da criação e confecção de bonecos para diversos espetáculos teatrais, entre eles BRINCANDO DE ORQUESTRA, de Tim Rescala .

Integrou a equipe do Espaço Cenográfico de São Paulo, coordenada pelo arquiteto e cenógrafo J. C. Serroni, em montagens de exposições como POR DENTRO DA CENOGRAFIA, no Espaço BNDES, e PANTANAL FRENTE E VERSO, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Fez parte do grupo de pesquisadores do livro TEATROS: UMA MEMÓRIA DO ESPAÇO CÊNICO NO BRASIL, viajando pelo país para levantamento de informações sobre os teatros. Participou da montagem de espetáculos como a ópera CARMEN, dirigida por Hamilton Vaz Pereira e Carla Camurati. Desde 2004 realiza diversos trabalhos junto ao cenógrafo e figurinista Colmar Diniz, entre eles a exposição ZUZU ANGEL, no Museu Histórico Nacional. Participou de workshops de cenógrafos como Marcos Flaksman, Lidia Kosovski e Helio Eichbauer, e cursos com as figurinistas Kalma Murtinho e Beth Filipecki.

Há algum tempo tem privilegiado as parcerias artísticas junto a grupos de dança, música ou teatro: a Quantum Companhia de Teatro, a Companhia do Vôo, o Teatro Xirê, o Grupo Zanzar de danças populares brasileiras, a Orquestra Bem-me-quer Paquetá e a Companhia Cirandeira do Instituto de Arte Tear . Seus principais projetos: cenário e figurino para QUANDO CRESCER EU QUERO SER, direção de Sérgio Machado, Teatro Cacilda Becker; para CIRANDA: DANÇA-TEATRO PARA CRIANÇAS, direção de Andrea Elias; cenografia para O ROMANCE DO PAVÃO MISTERIOSO – indicado Melhor Cenografia no Festival de Teatro de Campos; figurino para RUA DOS CATAVENTOS fazendo oficinas de criação com a Companhia Cirandeira; A MORENINHA, de Tim Rescala; UM REI EM PAQUETÁ, com música de João Guilherme Ripper; BELAZARTE ME CONTOU..., direção André Paes Leme,  A FÁBULA DA CASA DAS MULHERES SEM HOMENS – direção Rodrigo Portella – Prêmio de Melhor Figurino no Festival de Teatro de Resende em 2006 e no Festival de Teatro de Campos em 2003, e MARIAS BRASILIANAS, espetáculo da Companhia Cirandeira. Juntamente com as artistas Joana Lyra e Gabriela Bardy vem desenvolvendo a criação de bonecos gigantes e a criação conjunta da parte visual do musical “Um concerto para o Sol” da Companhia Trança de Folia. Iniciaram a parceria produzindo para o programa da Rede Globo de televisão O NATAL DO MENINO IMPERADOR, para o Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra e para o Concurso de Marchinhas da Fundição Progresso, integrando as oficinas práticas de bonecos gigantes e adereços.

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Julio Pereira - Programação Visual

Fotógrafo, designer e autor e ilustrador de livros infantis, pela Editora Conquista. Trabalhou como fotojornalista nos jornais O Globo, JB, O Dia e nas agências internacionais de notícias  AFP, AP e Reuters.

Trabalha como designer gráfico e web designer, executando a programação visual e desenvolvimento de sites e impressos do projeto Bem Me Quer Paquetá.

José Lavrador Kevorkian - Coordenador do Projeto José Lavrador Kevorkian.jpg (45656 bytes)

Engenheiro de Telecomunicações formado em 1978 pelo Instituto Militar de Engenharia, atuou na gerência de projetos diversos, incluindo a coordenação de escritório em Londres, de 1984 a 1992, prestando consultoria na área de controle de qualidade.

De volta ao Brasil, afasta-se da engenharia dedicando-se ao trabalho de resgate da identidade cultural da Ilha de Paquetá e preservação do seu raro patrimônio natural e cultural. Militante no NUDE - Núcleo de Defesa Ecológica da Ilha de Paquetá, 1992 - 1994; fundador do grupo Amigos de São Roque, 93 a 96, e do jornal comunitário Folha de São Roque; membro do Grupo de Trabalho para Paquetá, criado pelo prefeito César Maia, em 95, com desdobramento no Escritório Técnico de Paquetá; membro do Grupo Paquetá 2000, em parceria com o Sebrae para revitalização da ilha, 96/97; membro do grupo Reviver Paquetá, coordenado pelo Sebrae para revitalização de Paquetá, em 2000; articulador e coordenador do Conselho Comunitário da Ilha da Paquetá, criado em janeiro de 2000, e da primeira Agenda 21 de bairro da cidade do Rio de Janeiro; articulador e colaborador do Almanaque Paquetá – Livro e CD, em parceria com Ibase, e Agenda 21 de Paquetá, em 2001; membro fundador da Academia de Artes, Ciências e Letras da Ilha de Paquetá.

Como criador e sócio gerente da Paquetur em 1995, vem desenvolvendo amplo trabalho de divulgação de Paquetá, estruturando o turismo receptivo e valorizando a identidade cultural local. Pesquisador e gestor do principal site da ilha: www.ilhadepaqueta.com.br. Publicou o Guia Turístico e Cultural da Ilha de Paquetá. Articulador e fundador do Polo Turístico da Ilha de Paquetá – 2006/2007.

Fundador da Casa de Artes Paquetá, em 1999, um Centro Cultural para a ilha. Como Diretor Presidente da instituição sem fins lucrativos, alcançou principalmente a Série Sintonias de Recitais, 1999 a 2005, incluindo a Ilha no roteiro de música erudita da cidade. Organiza desde 1999 o Centro de Memória da Ilha de Paquetá. Coordenou o I Festival de Inverno de Paquetá em 2001 e ainda a Série Recitais Didáticos, 2003 e 2006, direcionada às escolas públicas da ilha.

Promoveu diversos eventos artísticos e musicais, exposições, peças de teatro e dança, lançamento de livros, etc, estabelecendo parcerias com diversas instituições do bairro. Coordena o projeto Bem Me Quer Paquetá, capacitando crianças da Ilha de Paquetá nas áreas artística e cultural. O projeto é aprovado pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e tem o patrocínio da PETROBRAS desde 2005.

Através da Paquetá Produções Culturais Ltda, vem produzindo desde 2004 diversos eventos culturais contratado por instituições de fora da ilha.: Ciclo de Seminários: Lírica e Resistência na Música Popular Brasileira – CCBB Rio – 2004; Cultura e Loucura – CCBB – Rio de Janeiro – 2005; Einstein: Cem Anos de Relatividade – CCBB – Rio de Janeiro – 2005; Einstein: Cem Anos de Relatividade – CCBB – Brasília – 2005; Série Concertos Didáticos nas Escolas FUNARTE / MINC / PETROBRAS, 2006; Festival de Inverno do SESC – Petrópolis, Teresópolis e Friburgo.

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