novologobmq.jpg (40953 bytes)

apresentação ideais e objetivos breve histórico desenvolvimento história de paquetá
edino krieger as crianças a equipe notícias agenda
como ajudar parceiros contato fala galera! galeria de fotos

 

Nascido em Brusque, Santa Catarina, em 17 de março de 1928, Edino Krieger descende de alemães, italianos, portugueses e índios. Iniciou aos 7 anos estudos de violino com o pai, Aldo Krieger, e a partir dos 9 já realizava recitais em diversas cidades. Aos 15, transferiu-se para o Rio de Janeiro, para prosseguir seus estudos no Conservatório Brasileiro de Música, onde estudou contraponto, harmonia e composição com H.J. Koellreutter.


Viajou para os EUA em 1948, escolhido em concurso para estudar com Aaron Copland no Berkshire Music Center de Massachussets, onde teve também como professor Darius Milhaud. Estagiou por um ano na Juilliard School of Music, na classe de composição de Peter Mennin. Estudou  também  violino

com William Nowinsky, na Henry Street Settlement School of Music. Atuou como violinista da Mozart Orchestra de Nova Iorque.

Retornando ao Brasil em 1950, iniciou uma atividade permanente de produzir programas musicais para a Rádio Ministério da Educação, onde exerceu a função de Diretor Musical e organizou a Orquestra Sinfônica Nacional. De 1950 a 1952, escreveu a coluna sobre crítica musical do jornal Tribuna da Imprensa.

Em 1955, obteve o Prêmio Internacional da Paz do Festival de Varsóvia e o Prêmio da Fundação Rottelini de Roma. Como bolsista do Conselho Britânico, estudou em Londres durante um ano com Lennox Berkeley, da Royal Academy of Music.

Em 1969 e 1970, organizou e dirigiu os Festivais de Música da Guanabara, dos quais se originaram, a partir de 1975, as Bienais de Música Brasileira Contemporânea.

Em 1976, assumiu a Direção Artística da FUNTERJ -Fundação de Teatros do Rio de Janeiro, e nessa função organizou a temporada de reabertura do Theatro Municipal e o Centro de Produções Teatrais de Inhaúma.

Em 1979, criou o Projeto Memória Musical Brasileira - PRO-MEMUS, junto à FUNARTE, e em 1989 assumiu a Presidência desta instituição. De 2003 a 2006, exerceu a Presidência da Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.

Foi eleito, em 1997, Presidente da Academia Brasileira de Música.

Suas premiações incluem o Prêmio Música Viva por seu Trio de Sopros, em 1945; o Prêmio Internacional da Paz do Festival de Varsóvia e o Prêmio da Fundação Rottelini de Roma, ambos em 1955.

Seu estado natal o homenageou com a Medalha do Mérito Cultural Anita Garibaldi, em 1986, e com a Medalha do Mérito Cultural Cruz e Souza, conferida pelo Conselho Estadual de Cultura, em 1997.

Em 1994, recebeu o Prêmio Nacional da Música do Ministério da Cultura. Em 1998, foi agraciado com a Medalha Pedro Ernesto, maior honraria concedida pela cidade do Rio de Janeiro a personalidades do meio cultural.

Sua evolução estética partiu do impressionismo do Improviso para flauta (1944), para alcançar o serialismo com o Trio de Sopros (1945). Em 1952, abandonou o serialismo em favor de uma experimentação das formas e linguagens tradicionais e da temática musical de caráter brasileiro. Em 1965, com as Variações Elementares, inicia uma síntese de suas experiências anteriores, passando a utilizar recursos de vanguarda juntamente com elementos absorvidos da cultura musical brasileira.

Seu catálogo inclui obras para orquestra sinfônica e de câmara, oratórios, música de câmara, obras para coro e para vozes e instrumentos solistas, além de partituras incidentais para teatro e cinema. Suas composições têm sido executadas com freqüência no Brasil e no exterior.

Em 1945, recebeu o Prêmio Música Viva por seu Trio de Sopros, passando então a integrar o grupo homônimo de compositores de vanguarda, ao lado de Koellreutter, Cláudio Santoro, Guerra-Peixe e Eunice Catunda.

Em 1959, obteve o primeiro prêmio no I Concurso Nacional de Composição criado pelo MEC, com o Divertimento para Cordas. Em 1961, seu Quarteto de Cordas No 1 obteve o Prêmio Nacional do Disco.

Em 1965, estreavam suas Variações Elementares, no III Festival Interamericano de Música de Washington, e no ano seguinte seu Ludus Symphonicus, pela Orquestra de Filadelfia, no III Festival de Música de Caracas, Venezuela.

Sua produção inclui as 3 Imagens de Nova Friburgo (1988), para cordas e cravo; o Romance de Santa Cecília (1989), para narrador, soprano, coro infantil e orquestra; a Camerata (1991), para 6 instrumentos; o Concerto para dois violões e cordas (1994), dedicado a Sérgio e Odair Assad, solistas da estréia mundial em Nova Iorque em 1996; as Telas Sonoras (1997) para quarteto de cordas; o Te Deum Puerorum Brasiliae (1997), para coro infantil, coro juvenil, coro gregoriano, metais e percussão, composto para as comemorações oficiais da visita de S.S. o Papa João Paulo II ao Rio de Janeiro, em 1997.

Entre as obras mais recentes, citamos a Passacalha para o novo milênio, para orquestra, encomendada pela OSESP – 1999; Terra Brasilis, painel sinfônico, encomenda do MinC para as comemorações dos 500 anos do Descobrimento; Passacalha para Fred Schneiter, para violão (2002); Momentos, para cravo (2002); Pequena Seresta para Bach, para violoncelo solo, encomenda de Antônio Meneses (2004); Variações carnavalescas, para marimba (2004); Fanfarras modulares, para orquestra (2005); Concerto para violoncelo e orquestra (2005, dedicado a Antônio Meneses); Suíte Concertante, para violão e orquestra (2005, dedicada a Turíbio Santos); 4 Imagens de Santa Catarina, para orquestra de cordas e bateria opcional (2006, encomenda da Camerata Florianópolis); Ritmetrias, para orquestra (2006, encomenda do Festival Internacional de Música de Campos do Jordão, onde atuou com o compositor residente.

 

.......

 

 

apresentação ideais e objetivos breve histórico desenvolvimento história de paquetá
edino krieger as crianças a equipe notícias agenda
como ajudar parceiros contato fala galera! galeria de fotos