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A Ilha tem a
forma aproximada de um 8. Sua área total é em torno de 1,2 Km2 com
aproximadamente 8 km de perímetro.
Sua mais longa extensão é da
Ponta do Lameirão à Ponta da Imbuca, com 2316 m e a menor na Ladeira do Vicente, com
aproximadamente 100 m.
São 9 morros, sendo o Morro do Vigário o mais
elevado, com 69 metros:
- Morro de São Roque ou Morro da Moreninha
- Morro do Castello
- Morro da Covanca
- Morro do Costallat
- Morro das Pedreiras
- Morro das Paineiras
- Morro do Vigário
- Morro do Veloso
- Morro da Cruz
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FAUNA E FLORA
Como o próprio nome indica Paquetá muitas pacas, em
tupi-guarani , a Ilha sempre foi local de abrigo para pequenos mamíferos. Os
gambás e as diversas espécies de morcegos são ainda encontradas em abundância, até
hoje.
Em conjunto com outras Ilhas do Arquipélago e com a área do Manguezal de
Guapimirim, formam um rico viveiro de aves silvestres, marinhas e migratórias. |
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Ainda que em
menor quantidade pode-se encontrar nas praias, cavalos marinhos, estrelas do mar,
ouriços, mariscos e caramujos. Nas pedras, pequenas ostras, mexilhões e cracas.
Sempre existiu extensa variedade de peixes estimulada inicialmente pelos
manguezais e pelos matacões.
A vegetação de Mata Atlântica nativa, ainda exuberante, com a
colonização e formação das chácaras foi sendo acrescida de várias árvores
frutíferas, palmeiras, os românticos flamboyants e mesmo o nosso raro baobá, a Maria
Gorda. |
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A
partir do século XVII começa a se desenvolver na Ilha uma pequena indústria naval, mas
principalmente, Paquetá se torna um importante fornecedor de pedras para a construção
civil na Cidade do Rio de Janeiro: pedras, devido a grande disponibilidade de matacões na
Ilha e cal, devido a fartura de conchas como matéria prima e madeira de mangue como
combustível para os fornos.
O cultivo de ostras e a pesca também foram, durante muito tempo,
atividades econômicas que mantinham diversas famílias na Ilha. Até hoje a pesca ainda
é atividade complementar de renda para muitos na Ilha.
Com a vinda de D. João VI para Paquetá, o aumento do culto a São Roque,
o padroeiro de Paquetá, e com a publicação do livro A Moreninha, de Joaquim Manuel de
Macedo, Paquetá foi gradativamente assumindo seu papel de pólo turístico, e esta passa
a ser a principal atividade econômica do Bairro.
Hoje, podemos avaliar que, aproximadamente 10% da população fixa da Ilha
se desloca diariamente para o Rio para trabalhar. O restante da população ativa é
empregada nos órgãos públicos da Ilha como: CEDAE, COMLURB, Hospital, , etc., ou vivem
direta ou indiretamente de atividades voltadas para o turismo, como: hotéis, bares e
restaurantes, charretes, etc. |
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